Domingo de carnaval foi marcado por sangue falso e clima de apocalipse no Centro de Curitiba. Essa foi a oitava edição do evento na cidade Por Giovanna Menezes, Manoela Tkatch e Thayná Peres No domingo (15) de carnaval foi chuvoso, quem se aventurou pelo centro de Curitiba acabou se deparando c om uma massa de mortos vivos. Em sua 8ª edição, a caminhada da Zombie Walk contou com a participação de 6 a 7 mil z umbis e sobreviventes do apocalipse. A concentração do evento foi na Boca Maldita, a partir do meio-dia. De lá, os participantes marcharam até a Praça 19 de Novembro. Mariana Siqueira, 21 anos, estudante de Terapia Ocupacional na Universidade Federal do Paraná (UFPR), disse que participa do Zombie Walk desde 2011. Este ano, ela optou por fantasiar-se de Michonne, uma das personagens da série The Walking Dead . "O interessante do evento é que ele é realizado no período do carnaval. Nos outros lugares, a caminada ocorre em outras datas. Aqui funciona como u...
Por Thayná Peres A peça Drummond 4 Tempos, que ocorreu às 9h30 do sábado (4), no Relógio das Flores no Largo da Ordem, trouxe ao público a representação de alguns poemas do mestre Carlos Drummond de Andrade. Em cena, os atores Luiz Cláudio e Marília Ribeiro constroem diversos personagens. Como propõe o título, a encenação é dividida em quatro atos. A primeira ação relacionou-se com o poema Os Dois Vigários, que envolveu canto e vivacidade corporal. Já a segunda cena demonstrou a dramaturgia que observou o vínculo do homem com os recursos de sobrevivência, em A Morte do Leiteiro. Em seguida, a produção trabalhou com trechos do poema O Caso do Vestido, mostrando a dor que atinge um indivíduo sem convívio social. E pra fechar, o último ato, denominado Drummonzinho, abordou a história que reuniu os três primeiros atos. Questionado pela reportagem do Capital Cultura sobre as possíveis dificuldades em se fazer encenação na rua, o ator Luiz ...